Apresentação

A Fragmenta foi fundada em Barcelona no dia 8 de Maio de 2007 por Ignasi Moreta e Inês Castel-Branco. Em pouco tempo converteu-se numa autêntica referência no âmbito das pequenas editoras independentes. Após mais de 8 anos de edição em catalão e de 4 anos de edição em espanhol, inicia uma coleção infantil em português, espanhol e catalão.

Com a coleção infantil, a Fragmenta dirige-se aos mais pequenos com a mesma vontade indagadora de abertura às outras culturas e religiões.

Queremos ser plurais sem ser relativistas; queremos acolher a diversidade religiosa sem cair no sincretismo; queremos combater os sectarismos sem construir novos dogmatismos.

Sabemos que continuam a fazer-se perguntas e que todos procuramos algum sentido para a vida, por caminhos mais ou menos traçados. Todos somos "buscadores", e por isso investigamos, lemos, queremos saber mais.

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Não aceitamos respostas preestabelecidas e fechadas. Queremos debate, pensamento, crítica.

Na Fragmenta desejamos acompanhar pequenos e grandes quando colocam a si próprios questões que realmente interessem e pretendemos cultivar a interioridade, a sabedoria e a qualidade humana.

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Fragmenta é uma forma plural do latim fragmentum, 'fragmento'.

fragmento
sm 1 Partícula isolada do todo. 2 Pequena fração. 3 Cada uma das pequenas partes em que se dividiu um todo. 4 Estilhaço. 5 Parte que resta de uma obra literária antiga. 6 Trecho de discurso ou obra literária. 7 Forma literária dos fragmentistas, que deliberadamente escrevem obras fragmentárias.

Consideramos que nenhuma religião pode ter a pretensão de acreditar que esgota em si própria toda a Realidade, que explica tudo excluindo as outras. É possível entender as religiões como fragmentos, como intuições sempre incompletas e imperfeitas de uma realidade maior.

Também podemos entender os livros como fragmentos: tentativas mais ou menos felizes, mais ou menos frustradas, de compreender uma realidade que nos ultrapassa. As nossas sociedades já não admitem a cultura do livro único: nenhum livro pode ter a pretensão de ser o livro, e a tarefa dos editores e leitores é colligere fragmenta — recolher os fragmentos dispersos de uma unidade futura sempre desejada.

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